Brincadeira fora do controle

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Julia ainda não entendia o que estava acontecendo .... como tinha deixado ir tão longe, como não tinha mais volta ... culpava Carlos, seu marido e sua repentina tara. Estava deitada de bruços, em um banco de trás de um carro com um homem que em nada lhe atraia encima dela suando e babando que nem um porco enquanto a enrabava com muita força, tirando dela gemidos altos de dor, com seu marido espiando escondido atrás de um pilar, se punhetando, gozando vendo ela naquela situação bizarra, e constrangedora e dolorida.

Julia era uma loira linda, olhos verdes, sorriso cativante, pequena, magra, curvas perfeitas, seios lindos, 28 anos, apaixonada pelo marido, sempre muito discreta e fiel. Nos últimos dias, em suas férias com o marido, tinha modificado seu comportamento, passado a provocar outros homens exibindo seu corpo. Apesar de não ser o seu natural, e estar um pouco reticente, atendeu ao pedido do marido de usar roupas curtas, biquínis cavados, fazer movimentos sensuais para chamar a atenção dos homens ao seu redor. Fazer isso acendeu seu marido, que sempre que podia, transava com ela mais intensamente, entre a saída da piscina e o jantar, no caminho de volta ao hotel, encostados em um muro em uma rua escura, um tesão incontrolável.

Depois o segundo e definitivo passo, após muita insistência do marido, passou a flertar com dois homens mais velhos que estavam no mesmo hotel. Um sorrisinho aqui, uma olhar ali, uma ajeitada de biquíni lá, umas palavras trocadas .... seu marido sempre a empurrando-a fazer um pouco mais, até que em poucas palavras, um desconhecido a chamou para ir até o estacionamento com ele. Ela achou que aquilo acabava ali, mas para sua surpresa, não. Carlos insistiu, discutiu, disse que era importante para eles, que estaria próximo, que ela poderia sair a qualquer momento, que não deixaria nada ruim acontecer a ela. Ela, não entendendo o porquê daquilo, quase chorando atendeu ao seu marido. Foi com o homem até seu carro, no estacionamento, viu seu marido próximo, enquanto aquele homem afoito a beijava de uma forma babada enquanto apertava seus peitos por dentro do vestido que usava. Foi tudo muito rápido, não esperava que seria assim, acreditava que seu marido interferiria. Mas não, em segundos aquele homem rude enfiava os dedos em sua vagina ainda não lubrificada, enquanto mamava em seus seios pequenos. A parte de cima do vestido já estava em sua cintura, se sentia estranha, como se não estivesse ali, quase nua, em um estacionamento, sendo agarrada por um estranho, com seu marido escondido olhando tudo. De repente o homem para, põe suas mas no ombro dela e a força a se abaixar. Ela resiste um pouco, mas ele faz mais força. Ela cede, ele tira seu pau para fora, puxa sua cabeça e enfia em sua boca. Não era muito grande, mas era bem grosso. Fode sua boca, ela apenas reagia, deixava entrar, as estocadas quase na garganta a faziam marejar, escorrer algumas lágrimas. Viu novamente seu marido, que agora estava com seu pau para fora, em suas mãos. O homem parou, abriu a porta do carro e praticamente a jogou lá dentro. A colocou de quatro no banco traseiro, levantou seu vestido, ela não falava nada, estava perdida, o homem aproveitou que seu pau estava babado por ela e enfiou de uma vez, fundo em sua buceta. Ela soltou um gemido alto de dor, tentou fugir, o homem a segurou forte pela cintura, estocando –a com força, eram metidas fundas, vigorosas, que a faziam gemer alto, seu marido se aproximara, agora estava na frente do carro, ainda escondido, olhando tudo que acontecia de perto, escutando os gemidos altos e as palavras que aquele homem dizia a ela. Que apertadinha, que bundinha linda, loirinha vadia gostosa! Toma meu caralho, vou te arregaçar. Julia sentia toda a potência daquele homem, o sentia descontrolado, a cada estocada era jogada para frente, tirava um gemido alto de sua garganta. O homem a deitou no banco, tirou seu pau da buceta, cuspiu na mão, passou no pau, mirou o cu. Ela implorou que não, que não estava acostumada. Ela a mandou calar a boca, a xingou de putinha, puxou seu cabelo e jogou todo seu peso encima dela. Entrou firme, rasgando ela ao meio. Ela gritou, tentou se debater, viu seu marido perto do carro enlouquecido em um punheta e se entregou. O homem puxava seu cabelo, lambia seu rosto, sua boca, dava tapas em sua bunda e seu rosto. Sentia sobre si um homem que buscava intensamente seu prazer, com força se necessário, e sua dor dava mais prazer a esse homem. As estocadas fortes continuaram, a baba e o suor do homem escorriam sobre ela, seus gemidos guturais ecoavam, até que sentiu o homem gozar em seu cu, sem antes dar uma ultima estocada, a mais forte, a mais funda, e mais um forte puxão de cabelo. Sentiu o homem desabar encima dela, como se tivesse sem forças, seu peso ainda a prendia, seu pau continuava dentro dela, deixando lá dentro as ultimas gotas de porra. Ele começou a rir, falar que ela era uma delicia e que tinha arrombado seu cu. Que ela iria se lembrar dele para sempre, que tinha sido uma ótima vadia, que á poderia voltar para o corno. Ele se levantou, ela estava sem forças, dolorida. Guardou seu pau, enxugou o suor, saiu do carro a puxando para fora. Ela estava ainda um pouco aérea, desalinhada. O homem fechou o carro, disse algo para ela como se arruma putinha, obrigado, vou indo. Saiu, a deixou. Carlos, seu marido rapidamente a acolheu, com o pau ainda duro a encostou em uma pilastra, levantou sua saia. Julia não falou nada, Carlos a chamou de puta, a xingou por dar o cu para um estranho. Enfiou seu pau no cu dela, que estava dolorido. Ela apenas arfou, se segurou na pilastra. O estranho já tinha aberto o caminho, arrombado seu cu como disse. Carlos estocou três vezes e inundou o cu de Julia com sua porra. Arrumaram-se, foram para o quarto. Adorei disse Carlos, na próxima quero estar mais perto. Julia não respondeu....
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