Glorinha: Coroa Safado

Categoria: 

Após perder minha virgindade com um namorado, inexperiente e ansioso, decidi não envolver com qualquer pessoa, assim fiquei mais cautelosa, assim foram longos meses até decidir e querer transar novamente. Evidentemente, conversava com algumas amigas a respeito do assunto, até que de repente, indo para faculdade sozinha, conheci um homem, não era bonito, mas sua educação fez despertar meu interesse. No auge dos meus dezoito anos, conhecia meu poder de sedução, era consciente do fascínio e encanto que provocava nos homens maduros. Com dezoito anos, bonita e vaidosa, atrai atenção de um homem como aquele fazia sentir orgulhosa. Foram algumas semanas sendo observada e sentindo desejada por aquele homem, até que em uma segunda feira chuvosa, andando apressada pela calçada, ao tentar atravessar a rua, um veiculo parou bem próximo de mim, e com a porta aberta, sem hesitar, sentei no banco do passageiro. Foi suficiente para que começássemos a conversar, primeiro sem pretensão, mas a intenção dele foi mostrada ao querer falar comigo todo dia. Como não imaginei que fosse ter problemas, anotei meu número e fiquei na expectativa pela ligação dele, que não ocorreu, e pior durante duas semanas não encontrei em meu trajeto. Imaginei inúmeras possibilidades, até que na terceira semana, estava com algumas amigas quando recebi uma mensagem, fiquei ansiosa e nervosa, e tive que contar para uma dessas amigas o que estava acontecendo, é claro, que pela diferença de idade, e outros motivos, essa amiga fez questão de alertar, querendo assegurar minha segurança, mas para ser sincera, não sentia que havia perigo em manter contato com aquele homem.

Na verdade, nossa aproximação foi ficando excitante, porque sempre ouvia elogios e gracejos, e fingia ignorar, ainda que estivesse interessada. Em uma noite, começamos conversar, e após receber alguns elogios dele, fez um convite para sairmos no dia seguinte, iria aproveitar a folga, assim poderíamos sair para conversar pessoalmente. Confesso que senti medo, mas estava interessada e excitada demais para negar aquele convite. Como teria que faltar a aula da faculdade, e por ser um encontro clandestino, aceitei o convite, e marcamos em um shopping, onde iriamos conversar. Na hora marcada, cheguei ao shopping, e esperei por trinta minutos, até receber uma mensagem dele, avisando a respeito do atraso, e que estava chegando. Respondi a mensagem, com um pouco de ironia, dizendo que assim não aproveitaríamos o tempo juntos, foi quando para minha surpresa, a resposta foi uma direta, porque não aproveitar melhor. Sorri, e concordei, marcando no estacionamento do shopping em cinco minutos, ou iria embora. Foram longos cinco minutos de ansiedade, para que surgisse entre os veículos sorrindo, e segurando minha mão, entrarmos no veículo dele. Dirigiu alguns minutos, e entramos em um motel, onde começamos a conversar, deitei na cama de bruços, e pude ver o interesse dele em meu corpo, e para provocar mexia nos cabelos ruivos, foi quando disse:

- Porque não fica mais a vontade.

Comecei a rir, e para espanto dele, comecei a tirar a roupa, propositalmente, debrucei diante de geladeira apanhando uma garrafa de água. Com as pernas entreabertas, abaixei sensualmente, mostrando a peça intima enterrada entre minhas nádegas e o volume do meu sexo úmido e latejante, que parecia querer saltar para fora da roupa naquele momento. Sentado na cama, ouvi o ruído dos passos dele, que sem qualquer pudor ou cerimônia, apalpou e acariciou meu sexo com vontade, ao ponto de fazer estremecer com aquela carícia ousada. Senti medo ao ser agarrada, mas fiquei excitada, e permaneci debruçada na geladeira fingindo procurar alguma coisa para comer, foi quando sugeriu fazer uma massagem. Deitei na cama, e fiquei sozinha um pouco, quando foi ao banheiro, e voltou apenas enrolado na toalha, pude sentir aquele volume roçar entre minhas nádegas, e estava excitadíssimo, mas fiquei em silencio, sentindo as mãos dele deslizando em minhas costas lentamente, em minha nuca sob os cabelos e ombros, mas tudo que queria era que parasse de massagear e fossemos transar, ficou massageando até os quadris e aproveitou para tirar minha calcinha, e afastando as pernas, novamente acariciou meu sexo pulsante, que parecia “desabrochar” com aquele toque experiente e delicado.

Fiquei excitada, ao ponto de não conter um gemido manhoso, mas continuou massageando as pernas e pés. Virei de frente para ele, que aproveitou para massagear meus seios intumescidos, e novamente, atrevido e ousado, massagear meu sexo úmido, lentamente, com movimentos circulares e sinuosos, dedilhando e acariciando suavemente. Fiquei ansiosa ao sentir a respiração dele entre minhas coxas, esperando por sentir aquela boca e lábios roçando em meu corpo, mas não fez, massageou minhas pernas e pés, olhando atentamente para mim por longos minutos. Como estava de pé, sentei na beira da cama, com os lábios na altura do volume sob a toalha, olhei para o rosto dele, foi suficiente para mostrar o que desejava fazer naquele momento. Ficou olhando para mim, com aquela expressão de desejo nos olhos, estava extasiado com aquilo que agora podia ver de perto, sem roupa, e mais, sem pudor algum. Para provocar, comecei a exibir, acariciando os seios médios, e tirando proveito, da atenção dele, acariciei aquele volume, sorrindo maliciosamente, foi quando segurou em meus braços, e beijou meus lábios voluptuosamente, roçando a língua e mordiscando, aquele beijo inesperado foi suficiente para subjugar qualquer resistência, coloquei a mão dentro da toalha, e acariciava aquele volume lentamente, sentindo ficar cada vez mais teso na ponta dos dedos. Senti vontade de que segurasse em meus quadris naquele momento, colocasse sentada na mesa, e colocasse aquele falo entre minhas coxas. Queria olhar para o rosto dele, e mostrar quanto entregue estava aos caprichos e vontades dele, sedenta e sequiosa por satisfazer meus desejos, mas era paciente. E para provocar, intensifiquei as caricias naquele volume sob a toalha, pude sentir a respiração dele em meu ouvido, e comecei a masturbar lentamente, fomos para cama, e novamente começou a beijar meus lábios e pescoço, mordiscando meu queixo, acariciando meu sexo com a palma das mãos e a ponta dos dedos, fui ficando inquieta, diferentemente de minha primeira experiência, aproveitava para provocar e excitar, fazendo ficar cada vez mais desejosa por sentir aquele músculo latejar entre minhas coxas.

Havia transado com meu primeiro namorado, mas aquela transa era diferente, e acariciando meu sexo apoderou de meus seios alternadamente, beijando e mordiscando, roçando a ponta da língua em minha pele, olhava para mim, quando pressionava levemente, introduzindo dois dedos em meu sexo em uma massagem provocante. Fez com que ficasse de bruços na cama, e começou a beijar e mordiscar minha pele, fazendo estremecer quando despudoradamente, sem qualquer cerimônia, começou a beijar e lamber meu ânus, roçando a ponta da língua, enquanto recomeçava a massagear o clitoris suavemente com a mão umedecida com um óleo perfumado. Nunca poderia imaginar que aquele atrevimento provocasse uma sensação boa como sentia naquele momento, foi aumentando o ritmo, fazendo remexer sinuosamente sobre a cama, ficando cada vez mais excitada, sendo torturada, e rendida com aquelas caricias e carinhos. Acariciou e apertou minhas nádegas afastando firmemente, sugando meu ânus, salivando, fazendo ficar completamente alucinada com aquela sensação que sentia percorrer todo meu corpo. Quando introduziu a ponta do dedo, gemi alto, e repetiu sucessivas vezes, provocando, fez com que ficasse curvada sobre a cama, com a bunda arrebitada, e começou a sugar e lamber meu sexo, massageando meu ânus com dois dedos incansáveis. Comecei a enlouquecer, ao ponto de não conseguir mais parar de gemer, até que afastando minhas pernas, fez ficar deitada de bruços, enquanto abocanhava meu sexo avidamente, quando estremeci nos lábios dele, senti a língua mover cadenciadamente por longos minutos. Fiquei arfando, atônita e completamente entorpecida, sentia minhas pernas trêmulas, e beijando meus lábios, apertava e massageava meus seios alternadamente. E fiquei sem jeito, porque em seguida, imaginei que viria para cima de mim, mas não, acariciou meu rosto, beijou minha testa e foi para o banho.

Com minha inexperiência, fiquei na cama, envolta em inúmeras indagações sem respostas, e quando saiu do banho, todo molhado e sorrindo, aproximou da cama, e sentou bem perto de mim, começou a acariciar meus cabelos, e beijar meus lábios sofregamente, ficou provocando todo tempo, e quando foi ao frigobar apanhar uma garrafa de água, para retribuir a provocação, aproximei o rosto daquele musculo teso, e sorri maliciosamente, apanhei a garrafa e servi para em seguida para nós. Ficamos conversando até que decidimos ir para a hidromassagem, mas dessa vez, imbuída da vontade de provocar, sentei no colo dele, enlaçando seu pescoço com os braços, e beijava e mordiscava os lábios dele, foi quando pedi para que sentasse na borda da hidromassagem, e comecei uma felação lenta, beijando e lambendo toda envergadura, salivando e mordiscando todo musculo, fazendo ficar cada vez mais teso e febril, foi impossível resistir ao ponto de colocar a mão em minha nuca, e puxar minha cabeça contra seu púbis, mas como senti enfastiada, apanhei um preservativo e cobri todo musculo, massageando os testículos lentamente, e fiz com que voltasse para dentro da hidromassagem, enlacei o pescoço dele novamente, e fui encaixando naquele musculo, remexia e rebolava, cavalgava sentindo a água morna respingar em minhas costas, para facilitar, enlacei os quadris dele, sentindo aquele musculo entrar e sair em um movimento cadenciado, olhava em meu rosto, e curtíamos o prazer que estávamos sentindo naquele momento.

Comecei a gemer cada vez mais alto, arranhando as costas dele, que fez com que ficasse sentada na borda da hidromassagem, e segurando meus quadris, começou a dar estocadas ritmadas e firmes, fazendo fechar os olhos e curtir aquele sensação prazerosa percorrer e acometer todo meu corpo naquele momento. Foram alguns minutos entregue aos caprichos prazerosos, e sentindo estar prestes a ter um orgasmo, mudei de posição, e comecei a cavalgar e rebolar no colo dele, gemendo e arfando maliciosamente, até sentir aquele orgasmos intenso acometer meu corpo intensamente. Enlacei os quadris dele com as pernas, sentindo aquele musculo latejar entre minhas coxas, arfando no pescoço dele, que abraçou firme, fazendo debruçar na borda da banheira, espalmou minha bunda, e puxou meus cabelos, fazendo sentir um calafrio, algo que nunca havia sentido. Afastou minhas pernas, e forçou seus quadris contra minhas nádegas, dando uma estocada firme e vigorosa, que fez com que gemesse alto naquele momento. Foi repetindo aquele açoite vigoroso sucessivas vezes, até que senti meu corpo estremecer novamente, sendo acometido de um orgasmo ainda mais intenso que o primeiro. Fiquei trêmulas, arfando e gemendo, sentindo as mãos dele pesar em minhas costas, e ainda molhados, fomos para cama, onde começou a beijar meus lábios e provocando fez com que começasse a fazer sexo oral nele, bem devagar e cadenciadamente. Alternando os movimentos, lambia e sugava, fazia massagem nos testículos ouvindo os gemidos dele, provocando olhava para o rosto dele transfigurado e mordiscava a glande suavemente. Foi ficando inquieto, a medida que aumentava o ritmo e arranhava as pernas dele, fui socando a boca naquele músculo até sentir não resistir e gozar nos meus lábios, segurando meus cabelos e cabeça nervosamente.

Para retribuir, beijou meus lábios, e fez deitar na cama, alisando e acariciando todo meu corpo, massageando meus pés, pernas, de um jeito que fui ficando excitada, mas quando começou a massagear e acariciar os mamilos intumescidos e sugar e lamber os seios fiquei descontrolada, fazendo contorcer e arfar a medida que avançava em direção aos meus quadris, apoiou minhas pernas nos ombros, e abocanhou meu sexo úmido e pulsante, suspirando e sugando, lambia e aspirava, fazendo meu corpo ser acometido de uma adrenalina prazerosa, contorcia com aquelas caricias úmidas e ardentes, sugando os grandes e pequenos lábios, lambendo e sugando o clitoris com vontade de quem sabe o que faz, e fazia de um jeito que mesmo ainda hoje, não consigo fazer referência com outro homem. Fez com que sentasse em seus lábios, e continuou sugando avidamente meu clitoris, de um jeito que fez com que gemesse alto, e explodisse em um prazer intenso, que nunca havia sentido em minha vida. Ainda estava trêmulas, ofegando, de pernas abertas na cama, quando sem hesitar, avançou sobre mim, enterrando aquele falo teso e latejante entre minhas pernas, movia cadenciadamente, segurando meus pulsos, roçava o púbis em minha pele, fazendo sentir toda extensão preencher centímetro por centímetro meu sexo, que pressionava todo falo, em espasmos sucessivos. Começou a mover devagar, fazia o ritmo aumentar quando cravava as unhas nas costas dele, olhava dentro de meus olhos, e fazia estremecer com aquele olhar profundo, de um jeito possessivo e intimidador, como houvesse não apenas possuído meu corpo, mas tivesse tomado posse de minha alma, coração, desejos e vontades.

Parecia concentrado em mim de uma forma que fazia meu corpo estremecer, cada músculo vibrar com aquela sensação que acometia meu corpo, sentindo a respiração dele em meu rosto, vendo aquele olhar brilhar, segura pelos pulsos, dominada sob o corpo dele, que fazia pender sobre mim, cadenciando o ritmo de nossos corpos juntos naquele momento. Parou e beijou meus lábios, sorrindo maliciosamente, fez com que montasse de costas para ela, com a bunda empinada, sendo acariciada e apertada movia sinuosamente, rebolando e remexendo, cavalgando lentamente, quando comecei a aumentar o ritmo da cavalgada, senti a pressão entre minhas nádegas, e com o dedo lubrificado com óleo perfumado introduziu em meu ânus, fazendo gemer, contorcer e rebolar vertiginosamente, gemia cada vez mais alto, rebolava cada vez mais rápido, subindo e descendo excitada com as caricias que começou a fazer com a outra mão em meu clitoris, alucinada, gemi alto, e estremeci, sentindo todo meu corpo eriçar com aquele prazer que sentia.

Deitei de bruços ao lado dele, que aproveitando a posição, começou a massagear meu ânus, com aquele óleo, aquela lubrificação excitante com dois dedos, foi ficando excitante ao ponto de gemer indecentemente, manhosa e despudoradamente entre dentes, e arqueando os quadris, abri as nádegas com as mãos, e substituiu os dedos pela glande, foi forçando lentamente, estava excitada e relaxada que não senti desconforto algum, e aquele prazer para mim, era uma novidade, assim começou a mover devagar cadenciadamente, deslizando suavemente entre minhas nádegas até que começou a aumentar o ritmo das estocadas, voltando a pender firme e vigorosamente sobre meu corpo. Comecei a massagear o clitoris, sentindo a mão dele em minhas costas, e a outra apertando minhas nadegas, dando estocadas sucessivas e vigorosas até gozar gemendo alto, e repetindo meu nome, como uma confissão. Havia sentido um prazer inenarrável, ao ponto de gemer alto, agarrando aos lençóis e sentir lágrimas escorrendo em meu rosto, mas diferente do que poderia haver imaginado, foi uma sensação indescritível, e ainda melhor porque começou a acariciar meus cabelos, e sussurrar em meu ouvido, fazendo sentir quanto era desejada e querida por ele. E assim, após aquele encontro prazeroso, ficou impossível e irresistível não aceitar o convite dele em alguns momentos para reviver aqueles momentos de intenso e despudorado prazer.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201801559