Internato

Abas primárias

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Era um garoto normal de 14 anos, com uma vida confortável. Meus pais trabalhavam em uma multinacional.

Meu pai foi promovido e teria que ir para a Alemanha, minha mãe queria ir junto, e queria me levar também, mas era 3ª bimestre da 8ª série e eu iria perder o ano, meu tio intercedeu e disse que ficaria comigo no Brasil até eu terminar o ensino fundamental.

Perto de terminar conversando com meus pais por telefone, veio uma sugestão do meu pai quando estava perto de terminar as aulas. Se eu não gostaria de ficar no Brasil e estudar em um colégio interno que tem ensino médio e superior. Eu decidi aceitar, afinal acho que não me adaptaria bem em um pais que não sei a língua.

Meu tio e eu procuramos um colégio e encontramos um colégio só de homens, tinha ótimas fotos parecia bem apresentável, fui matriculado via internet.

Na volta às aulas depois do carnaval, meu tio me levou até o endereço que o ônibus pegaria os matriculados, me despedi do meu tio que me desejou boa sorte.

Como de costume pessoas estranhas, ninguém conversava com ninguém dentro do ônibus, foi uma viagem silenciosa e bem longa sai da região sudeste e fui pra algum estado do nordeste onde a chance de inverno era zero, foi uma viagem de uns 4 dias só parávamos em alguma cidade pra comer e pro motorista descansar.

Chegando no colégio, vi que tinha cerca de 100 pessoas e resolvi interagir com alguns futuros colegas de escola. Miguel, Fernando, Felipe, Augusto e Agemiro.

Ficamos amigos. De noite foi exame médico. Depois da sala do exame médico havia duas salas uma vermelha e outra azul, alguns alunos eram encaminhados à sala azul e outros, à sala vermelha.

Eu fui encaminhado para a sala vermelha. 3 dos meus amigos também foram para a sala vermelha, Miguel, Fernando e Augusto.

Todos devidamente divididos os alunos da sala azul foram para um lado e os da sala vermelha para o outro. Como já era tarde formos encaminhados à um outro prédio com um alojamento coletivo para dormir.

No outro dia de manhã tomei café no refeitório com meus amigos, e achamos estranho, os alunos da sala azul não estarem lá.

Logo que acabamos veio uma mulher linda e loira e muito bem vestida e de uns 28 anos pediu para que todos acompanhassem ela. Fomos para um auditório

O diretor um homem alto de uns 50 anos, se apresentou e passou todas as informações. E agora começa a história.

- Boa noite a todos.

- Meu nome é Rogério, sou o diretor do colégio.

- Vocês talvez estejam se perguntando por que os alunos foram divididos e como vieram parar nesse prédio. Vou explicar.

- Durante o exame médico, medimos todos os seus corpos e analisamos seus biotipos.

- Como vocês sabem aqui não tem garotas. Devido a isso decidimos dividir o grupo especial para serem garotas durante o tempo que estiverem aqui e vocês foram escolhidos para serem as garotas.

Todos ficaram indignados inclusive eu, alguns quiseram ir embora. Após os ânimos e acalmarem o diretor continuou.

- Vocês terão terapia-hormonal, comportamental, fonoaudiologia, receberão roupas femininas e cursos de beleza e estética.

- Mas não serão prejudicados. Aqui no colégio todos os alunos recebem um cartão com créditos para comerem e pagar por atividades e comprar alguma coisa, porém as garotas receberão créditos ilimitados. Os garotos agora estão fazendo cursos para trabalhar e o rendimento de trabalho deles vai definir o quanto vão ganhar de créditos.

- Depois disso as opiniões se dividiram. Eu pensei:

Nossa ser menina não estava nos meus planos, mas receber créditos pra comprar o que eu quiser e nas fotos vi que tem muita coisa boa pra comprar pode compensar.

Um perguntou:

- Se a gente se recusar?

O diretor respondeu:

- Vai limpar e arrumar o colégio ganhando o básico para 2 refeições.

Uns 10 recusaram e um deles era o Augusto e foram remanejados para outro lugar.

Os que decidiram aceitar a situação que foi o meu caso foram para um alojamento muito bem decorado, mas muito feminino também. Era pintado de rosa, com guarda roupas pink e cheios de roupas, calçados femininos e maquiagem.

Nossas malas foram confiscadas e no banho a roupa que usávamos também.

Em resumo a turma toda teve que usar roupas femininas. Eu já estava bem conformado com a situação, vesti calcinha e soutien brancos, uma saia jeans, uma blusinha branca e uma sapatilha branca. Miguel estava de calcinha rosa, vestido curto laranja e sandália rasteira amarela, e Fernando de shortinho calcinha amarela, shortinho branco de lycra, uma baby-look azul e um tênis branco com detalhes em pink.

E saímos para conhecer as instalações a área que dava para outros prédios eram restritas.

Assistimos TV na sala de TV, fomos almoçar e mais tarde fomos convocados na secretária para pegar as chaves de nossos armários. Qdo abri só tinha um envelope com uma caneta em cima, o cartão de créditos e o uniforme, que era uma saia colegial curta pink, uma camisa de manga curta branca e uma sandália branda de salto 7, resumindo ía ter que aprender a andar de salto. Abri o envelope que dizia para eu colocar meu nome feminino que seria usado até terminar a faculdade. Todos receberam as mesmas coisas. Eu pensei muito e adotei o nome de Suellen, por causa de uma menina linda que eu namorei na 8ª série. Miguel escolheu Michelle e Fernando escolheu Fernanda. Fomos para a fila para pegar os crachás de identificação com os nomes femininos. E agora as amigas eram Suellen, Michelle e Fernanda.

Depois fomos jantar, inauguramos nossos cartões na lan-house e depois fomos dormir, eu vesti uma camisola amarela curtinha para dormir.

No dia seguinte após o café passamos por uma bateria de exames médicos. Logo em seguida fomos para a sala de depilação, gritos de todos os lados ecoavam na sala, pois a depilação era com cera quente eu também gritava, só mulher sabe como dói depilar nas primeiras vezes

Fomos assistir TV todas doloridas, depois fomos almoçar, após o almoço academia que faria parte da nossa rotina, só exercícios de feminizar o corpo.

Após isso nossa primeira aula de maquiagem e na sequência, aula de cabeleireira.

Liberadas das aulas eu achei que estava muito esquisita maquiada, de cabelos curtos e fui conversar com a professora da aula de cabeleireira. Ela me deu a dica que enquanto os cabelos estão curtos eu posso ir na loja de perucas e comprar uma peruca q me agrade pra usar por cima dos cabelos enquanto não crescem ou comprar aplique. Como tava mto curto eu comecei com uma peruca preta com cabelos até a cintura (mais tarde quando os cabelos cresceram um pouco passei a usar aplique).

Quando cheguei na sala de TV com peruca recebi aplausos e assobios. Minhas amigas inseparáveis (Michelle e Fernanda) me elogiaram muito.

Mais tarde fomos tomar banho e fomos jantar e usar mais créditos na lan-house e depois dormir.

Na semana seguinte após os exames, recebemos nossos hormônios de acordo com os exames. Meus comprimidos começaram no primeiro mês com 1 por dia, segundo mês com 2 por dia e terceiro mês com 3 por dia.

Sobre os meninos que se recusaram a ser meninas, sempre os encontrava fazendo faxina arrumando, as camas, lavando banheiros, magros por que só comiam 2 vezes por dia e para completar a humilhação usavam uniforme de empregadas. Mas só aguentaram 1 mês, depois, um a um foi se entregando e aceitando ser garota.

O Augusto passou a se chamar Ariella e se aproximou de nòs (Eu, Michelle e Fernanda). Ajudamos ela nos cursos e logo ela nos alcançou.

Uma semana antes de começar com a TH, Ariella falou:

- Gente, não quero me tornar garota sem antes transar com uma.

Nós perguntamos:

- E como vai fazer isso?

- Bom, como vocês estão adiantadas e são minhas amigas, uma de vocês aceitaria transar comigo?

Eu fiquei pensativa até que Fernanda que na época era a mais baixinha de nós falou:

- Já estou certa do meu destino então pra que ficar negando? Aceito ser sua mulher.

Foram as duas para o alojamento onde dormíamos.

Ariella tirou a calcinha e Fernanda mesmo um pouco tímida colocou a mão no pau da amiga e começou a punhetar, depois colocou na boca e começou a chupar. Ariella gritou:

- Aí Fê, chupa sem usar os dentes.

- Desculpa Ariella nunca fiz isso antes.

Aí a Fernanda meio sem jeito começou a chupar sem usar os dentes, mas logo o pegou o jeito e Ariella começou a gemer, até que ela disse:

- Fê, para senão vou gozar. Fica de quatro pra eu te comer.

Fernanda tirou a calcinha, levantou o vestido e ficou de quatro. Ariella não perdeu tempo e começou a penetra-la, como não tinha lubrificante foi difícil entrar, a Fernanda começou a chorar porque tava doendo a penetração a seco.

Mesmo assim Ariella continuou. Quando consegui colocar tudo começou a estocar. Fernanda chorou muito, mas depois de um tempo o choro foi parando e ela começou a gemer. Ariella pegou um ritmo cadenciado e com o pré gozo foi lubrificando a Fernanda. Dessa forma as duas estavam em um tesão frenético até a Ariella anunciar:

- Ai Fê vou gozar.

- Goza Ariella pra eu saber como é

Ariella gozou, Fernanda virou os olhos. Depois Ariella saiu de dentro dela se recompôs e Fernanda depois de recuperar as forças também se recompôs.

Eu e a Michelle ficamos com tesão, mas ficamos de olho pra ver se não vinha ninguém.

Depois desse episódio não soubemos de mais nada do tipo.

Durante 1 ano a minha rotina e das minhas 3 amigas foi, café da manhã, academia, curso de estética (onde aprendemos a fazer manicure, pedicure, furamos as orelhas, aprendemos sobre gestos, se comportar como mulheres, aprendemos a andar de salto e se vestir melhor), almoço, curso de maquiagem e cabeleireira, lanche da tarde, fonoaudiologia para feminizar a voz, TV, banho, janta, internet e cama. Nos fins de semana onde ficávamos livres pra fazer o que tivéssemos vontade. De 3 em 3 sábados fazíamos depilação. Todas as professoras eram transexuais ex-alunas do internato.

Em fevereiro estávamos todas muito femininas, nos gestos, na forma de se portar, andar, inclusive na voz, acostumadíssimas com o universo feminino.

Aí aconteceu uma grande surpresa, fomos enviadas para um terceiro prédio do campus; nos foi informado que a partir daquele momento teríamos quartos individuais; através de sorteio nós teríamos um garoto como companheiro de quarto e a partir de agora começava o ensino acadêmico.

Cheguei no meu quarto, meu companheiro de quarto já estava lá a única palavra q ouvi dele em 5 meses foi “oi” quando cheguei e fui eu quem cumprimentou. O nome do meu companheiro de quarto era Alex. Era muito bonito, loiro, olhos azuis, era alto, atlético, foi muita sorte a minha no sorteio eu ficar no quarto do Deus nórdico. O defeito era ele nunca falar comigo.

Na seleção de turmas fui separada de duas amigas. Michelle e Ariella, por sorte a Fernanda era da mesma turma. Mas a gente se encontrava nos horários vagos e nos fins de semana. O que todas as garotas compraram antes dos garotos foi o notebook. Como nós tínhamos créditos ilimitados e não tinha mais lan-house, a conexão era wi-fi nos quartos, compramos cada uma um notebook. Só tinha notebook os garotos que trouxeram de casa.

Mesmo eu tendo um notebook e o Alex não, ele continuava não falando comigo. Quando precisava de computador ía no quarto e um amigo. Já tava certa que ele não gostava de mim.

A escola era um hotel de estudo. Depois do período escolar abria um salão de jogos maravilhoso até as 22:00, tinha fliperamas, jogos de tabuleiro, mesa de baralho, mesa de ping pong, mesa de bilhar, pebolim, enfim jogos pra todas as tribos e todos os bolsos. Alí eu e outras meninas viciaram em jogos de luta. As fichas das máquinas de fliperama eram pagas então eram dominadas por meninas, alguns meninos jogavam quando as companheiras de quarto pagavam ficha pra eles.

Vocês devem se perguntar. Como os meninos não roubavam ou ameaçavam bater nas meninas caso elas não pagassem as coisas?

Bastava uma denuncia, o corpo estudantil fazia uma investigação, caso a garota fosse coagida ou roubada o garoto responsável era suspenso e colocado em uma cela por uma semana. Em caso de lesão corporal duas semanas.

A minha rotina semanal era café da manhã, academia, almoço, aula, lanche da tarde, período livre (que eu usava para estudar, fazer trabalhos escolares ou jogar fliperama com as minhas amigas), banho, janta, período livre, e cama.

Nos fins de semana estudava, fazia trabalhos escolares e depois era o dia inteiro conversando ou jogando com as amigas. E 1 vez por mês cuidávamos de nossa beleza; cabelos, depilação...

Os trabalhos de escola em grupo eram feitos entre eu, Fernanda, Antônio (companheiro de quarto dela) e o mudo do Alex. O Alex conversava, com o Antônio. Comigo e com a Fernanda nem uma palavra. A Fernanda chegou a cogitar que o Alex era homofóbico, porque o Antônio era simpatia total. Era bonito, tinha cabelos, pretos, olhos castanho escuro, moreno claro, pouco mais baixo que o Alex e nitidamente a Fernanda tava apaixonada por ele, teve vezes que ela deixou as amigas pra fazer alguma coisa com o Antônio.

Depois de uns 4 meses todo dia depois q eu saia do banho de calcinha e soutien como eu sempre fiz o Alex começo a ir ao banheiro em seguida. Ficou um mês assim. Achei que ele ía limpar o banheiro.

Um dia cheguei pra ele dei um ultimato:

- Qual é Alex? Você não gostar de mim eu até aceito, mas limpar o banheiro já é o cumulo, saiba que eu sou mais limpinha que você!

Finalmente ele falou alguma coisa comigo.

- Não é nada disso.

- O que é então?

- Quando você sai do banheiro toda linda e seminua eu fico muito excitado e tenho que me aliviar de alguma forma.

Fiquei passada, não falava nada, de repente fala que fica excitado comigo?

- E por que você me ignora Alex.

- Não é que eu te ignoro é que não sei como chegar ou falar com você.

Tadinho fiz mal juízo dele, ele só é tímido.

- Alex, vamos fazer assim... Eu vou passar a sair do banheiro sem roupa e vou desfilar um pouquinho pra você, isso se você mudar seus modos, passa a falar comigo e minhas amigas e quando precisar de notebook pede pra mim, vamos ser amigos. Aí não precisar correr pro banheiro pega uma toalha e se alivia aí na cama mesmo.

- Combinado.

Pronto daí em diante ele mudou da água pro vinho até minhas amigas começaram a gostar dele e eu comecei a me apaixonar, afinal lindo e mostrando tudo o que tem de bom. Comecei a pagar as coisas pra ele. Quando via que ele estava com vontade de alguma coisa eu ía lá e comprava.

Achei que era hora de provocar o garoto um pouco mais. Sai do banheiro sentei do lado dele e peguei no pau dele. O menino ficou sem reação, aí punhetei ele o garoto gozou demais a toalha não deu conta precisou colocar o lençol pra lavar.

Fiz isso durante 1 mês até ele acostumar.

Quando vi que ele já se habitou a receber uma punheta aí resolvi fazer boquete o garoto pirou eu chupava aquele pau delicioso de 18 cm e ele gemia demais não deu 5 minutos ele gozou.

Tava levando ele ao extase aos poucos.

Não deu 15 dias eu decidi, agora acabo com esse garoto ou ele se apaixona por mim ou ele pede pra mudar de quarto.

Fui pro banho, fiz lavagem intestinal e sai de lah de salto 10, fio dental, meia 7/8, cinta liga e um baby-doll tudo rosa pink. Ele arregalou os olhos e ficou de boca aberta.

Cheguei na frente dele abaixei, punhetei e chupei aquele pau, qdo percebi q ele tava perto de gozar eu parei, deixei o tesão abaixar mas o pau continuar duro. Aí peguei um Ky que tinha comprado aquele dia mesmo, passei no pau dele, coloquei o fio dental de lado e passei no meu cuzinho e comecei a descer no pau dele, eu senti uma dor enorme, mas não parei fui descendo até eu sentir o corpo dele. Fiquei um tempo parada olhando naqueles olhos azuis lindos. Quando acostumei comecei a cavalgar até ficar cansada. Aí eu sai de cima dele, pedi pra ele levantar, fiquei de quatro e falei vem que você já sabe o que fazer. Ele veio atrás de mim, foi enfiando o pau dele devagar como se quisesse me castigar, quando colocou tudo ficou um tempo parado e depois começou a estocar nossa aquele gato me levou ao céu a cada estocada, nem parecia que era virgem. Depois de uns 15 minutos de puro tesão ele gozou.

Depois desse dia fiquei viciada e dava pra ele todos os dias até que um dia depois do sexo ele beijou minha boca e disse:

- Eu te amo Suellen.

Isso foi tudo de bom fiquei derretida.

- Não sabe como esperei pra ouvir isso de você Alex. Eu também te amo sou louca por você.

A partir desse dia começamos a namorar, juntamos nossas camas a passamos a dormir juntos.

As minhas amigas também estavam se apaixonando pelos colegas de quarto, menos a Ariella ela dizia que o Edson era muito bruto, quando transava com ela. Ela ficava toda dolorida.

Contei pro Alex que falou que ía conversar com o Edson. Não tenho a menor idéia do que o Alex fez ou falou que no outro dia a Ariella tava com cara de quem viu passarinho verde e contou que o Edson fez o melhor sexo da vida dela.

Nossas vidas correram felizes e com muito sexo, mas chegou o ultimo ano e no auditório o diretor disse.

- Parabéns formandos. A partir de agora vou dar a escolha para as meninas. Cada uma de vocês podem decidir sobre suas vidas. Vocês vão poder escolher se querem ficar como estão, fazer cirurgia de redesignação sexual ou voltar a ser garotos.

De 50 só duas quiseram voltar a ser garotos, 18 decidiram ficar do jeito que estavam e 30 incluindo euzinha escolhemos cirurgia de redesignação sexual (eu quis com lubrificação natural).

Em um ano cada uma ficou feliz com sua escolha.

Fiquei alguns meses após a cirurgia fiquei na clínica do internato me recuperando, Alex ficava o tempo todo comigo. Quando recebi alta fomos para o quarto, eu recebi no hospital alguns dilatadores, que passei usar diariamente.

Alex e eu transavamos como já tínhamos o costume. Eu punhetava ele até ficar duro e aí fazia meu boquete até sentir que ele tava quase gozando, aí eu ficava de quatro que é minha posição favorita, ele vinha por trás e metia forte, depois ele me colocava de frango assado e a gente transava se olhando nos olhos e ele finalmente gozava em mim, em nossas transas, nunca usamos preservativo. Ele já tava acostumado e eu adorava. Quando passei para um dilatador que tinha o tamanho e largura do pau do Alex aí eu parei de usar, aí liberei pro Alex a minha bocetinha. O Alex a primeira vez, fez um oral na minha bocetinha que me deixou louca, quando fiquei molhadinha ele me comeu de papai e mamãe. Naquele dia não teve nem boquete e nem anal.

Depois passamos a fazer como sempre porém, agora ele parou de comer meu cu de frango assando. Eu dava meu cu de quatro e quando me virava de barriga pra cima ele fodia minha boceta até gozar. Pra falar a verdade até achei melhor assim.

Eu estava felicíssima pois além de me tornar mulher o Alex era muito apaixonado por mim.

Quando tudo terminou, Michelle, Ariella, Fernanda e eu trocamos telefones pra não perdermos contato. Alex e eu também trocamos telefone afinal vivíamos como marido e mulher no internato.

O ônibus veio nos buscar. Quando fui deixada no ponto onde descia, pra minha surpresa, meus pais me esperavam.

Se quiserem saber a continuação depois do internato comentem que eu faço a parte depois do internato.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/20180462

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