Minha Esposa e o Borracheiro

Abas primárias

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Olá novamente a todos os amigos. Depois de algum tempo venho novamente contar mais uma história cheia de tesão vivida por mim (Pedro) e minha deliciosa esposa safada (Júlia). Ela, baixinha, 30 anos, negra, seios fartos, bundinha empinada. Um verdadeiro tesão. Após um ano de muito trabalho e algumas safadezas resolvemos passar os últimos dias do ano em uma praia do litoral brasileiro. Durante o trajeto de volta tivemos um pequeno contratempo com uma roda amassada após passar por um buraco na rodovia. Após trocar o pneu danificado seguimos viagem e paramos na cidade mais próxima para procurar um borracheiro que pudesse arrumar o estrago causado pelo buraco.

Logo que entramos na cidade já avistamos a primeira borracharia. Assim que estacionei o carro já me dirigi para conversar com o dono do estabelecimento, Jean. Negro, mais alto que eu, forte. Enquanto ele resolvia nosso problema e conversava amenidades comigo, percebi que não tirava os olhos de Júlia. Ela trajava roupas confortáveis para a viagem, saia curta e uma regata decotada. Ela sempre gostou de exibir seus belos seios volumosos. Saí de perto como quem não queria nada e fiquei observando-os. Ele continuava de olho no corpo de Júlia, que logo percebeu que era cobiçada pelo homem, e não perdoou. Havia um pequeno cachorro que estava ali por perto, ela chamou o pequeno cãozinho e assim que ele chegou perto ela se arqueou para acariciá-lo. O movimento fez com que sua saia subisse deixando metade de sua bunda descoberta, revelando para o borracheiro e para mim que estava sem calcinha. Ela é fogo. O homem se atrapalhou todo, sem saber o que fazer. Eu fingi que não havia percebido nada e continuei caminhando normalmente pela oficina enquanto minha esposa continuava a se exibir. Pouco tempo depois o serviço já estava realizado e devidamente pago. Quando saímos do local, conversamos:

_Quase que você mata o pobre homem!

_Ele não tirava os olhos de mim, resolvi mostrar um pouco mais pra ele lembrar mais tarde.

_Eu com certeza vou querer lembrar disso mais tarde também.

Trocamos olhares safados que anunciavam uma bela transa mais tarde.

Por já ser final de tarde e termos viajado o dia todo, resolvemos pernoitar naquela mesma cidade. Rodamos um bocado atrás de um hotel que atendesse às nossas expectativas e necessidades, porém sem sucesso. Resolvemos que dormiríamos em um motel que havíamos visto na entrada da cidade.

Antes porém resolvemos para em um restaurante para jantarmos e tomar umas cervejas para relaxar. Sentamos em uma mesa que ficava na calçada do estabelecimento por conta do calor que fazia naquele dia, fizemos nosso pedido e em pouco tempo já estávamos alimentados. Em frente ao restaurante havia um bar desses bem simples, estava vazio durante boa parte do período que ali ficamos, quando enquanto eu me encaminhava para pagar a conta , pude ver Jean, o borracheiro, chegando no bar em frente. Voltando para nossa mesa, pude ver que ele permanecia em pé na calçada em frente, olhando para Júlia, que se exibia novamente, sentada com as pernas abertas, exibindo sua bela bucetinha lisinha, resolvi manter distância e ver até aonde iria aquela brincadeira.

Em pouco tempo Jean saiu de sua passividade, atravessou a rua e veio falar com minha mulher. Ele estava com o semblante sério, resolvi me aproximar, ele disse para ela:

_Você é muito gostosa e muito safada, passei o dia todo pensando no que vi mais cedo.

_Quer ver mais? indagou Júlia

_Não se preocupe com o meu marido, ele me deixa fazer o que eu quero.

_já sei o que você quer, vamos pra minha oficina!

Saindo do restaurante e virando a esquina, nosso carro estava a uns 50 metros. Jean já demonstrando que estaria no controle da situação, aproveitou o pouco movimento e a escuridão da rua para juntar Júlia com o rosto virado para a parede e alisar seu corpo todo com volúpia. Ela se entregou com tamanha facilidade que eu nunca tinha visto. Minha esposa sempre gostou de estar no controle das situações em que nos envolvemos, mas dessa vez estava diferente. Enquanto o borracheiro alisava seu corpo como bem entendia, ela gemia e rebolava freneticamente, buscando cada vez mais contato com o corpo dele, que dominava ela com apenas uma mão e fazia apenas o que ele queria.

Ele continuou no comando da situação e ordenou que Júlia chegasse no carro totalmente nua. Para a minha surpresa ela obedeceu sem pestanejar. Se despiu por completo e me entregou suas pequenas peças de roupa.

A excitação e o nervosismo eram totalmente visíveis.

Chegando no carro ele mais uma vez ordenou para ela:

_entre no banco de trás e fique de quatro.

Mais uma vez sua ordem foi cumprida de imediato. Ela estava totalmente entregue à ele. Ele também se posicionou no banco traseiro e saímos em direção à oficina, que ficava a poucas quadras dali. No caminho pude vê-lo acariciando e chupando a buceta e o cuzinho da minha esposa. Eu já estava louco de tesão. E ele provocava ela:

_Você vai levar vara do negão nessa bucetinha gostosa?

_Vou sim, respondia ela com a voz trêmula.

_Também vou comer o seu cu, não vou?

_Vai sim seu tarado, você vai arrombar o meu rabinho.

Em pouco tempo chegamos ao destino, entramos na borracharia. Levando Júlia com apenas um braço, enquanto continuava a enfiar os dedos nela, foi se dirigindo para os fundos do estabelecimento, aonde havia um quartinho com uma cama. Ele a colocou deitada de bruços e continuou a lamber e enfiar os dedos nos dois buracos de minha esposa.

Ela gemia alto, tentava falar alguma coisa, mas suas palavras saiam incompreensíveis, em pouco tempo ela gozou escandalosamente, gritando palavrões e demonstrado o quanto ela estava satisfeita com o orgasmo.

Mesmo após minha mulher ter gozado, Jean não cessou os toques até o momento em que Júlia pediu:

_Por favor, me dá esse seu pau. Quero sentir ele inteiro na minha boca. Quero chupar e babar nele e depois quero ele me fodendo pra valer.

Ela estava pegando fogo. O primeiro orgasmo somente serviu para atiçar ainda mais a vontade dela de sentir um novo pau dentro de si. Ele, com um sorriso maroto no rosto, como quem tinha ouvido exatamente o que queria, começou a se despir, revelando um cacete enorme. Júlia ao mesmo tempo em que se assustou um pouco com o tamanho da jeba, sorriu ao saber que seria devidamente arrombada naquela noite. Quando pegou no pau do borracheiro, a pequena mão da minha esposa sequer fechou no diâmetro daquele mastro. Com alguma dificuldade, ajoelhada ela começou a lamber e chupar cabeça do pau dele, que segurava a cabeça dela tentando forçar um pouco mais a entrada em sua boquinha. Júlia arfava, claramente com dificuldades em respirar, mas não deixava de chupar o pau. Lambia as bolas, cuspia na cabeça, punhetava como dava. Jean já satisfeito com o boquete disse:

_Agora a minha putinha quer levar rola?

_Quero sim, meu negão pauzudo. Me enche com essa rola enorme

_vai levar rola na buceta e no cu, vadia?

_Por favor, me arromba inteira, enfia aonde você quiser.

_Então senta aqui no meu pau com essa buceta molhada, vou te deixar bem arrombada.

Júlia então pulou da cama direto para o colo do borracheiro e foi encaixando o pau dele na buceta e descendo vagarosamente naquele mastro. Ela gemia alto:

_puta que pariu! Que pau grande. De onde saiu tudo isso? Ta arrombando toda a minha bucetinha amor.

Eu estava sentado em uma cadeira que havia no local e podia ver de um ângulo perfeito aquele pau grande sumindo dentro da xoxota da minha esposa. Que cena magnifica. Eu já tinha gozado algumas vezes e meu pau não dava nem sequer sinal de cansaço.

Após Júlia subir e descer algumas vezes e ter se acostumado com o calibre de Jean, ele segurou suas duas mãos pra trás, encaixou um seio em sua boca e enquanto mamava com vontade começou a foder a buceta dela com força. O barulho dentro do quarto era uma mistura entre as batidas dos dois corpos e os gritos de Júlia que aumentavam cada vez mais:

_Me fode seu cavalo. Seu jumento. Pauzudo. Me arromba com essa vara enorme. Olha só meu amor, que delícia, ele tá me arrombando. Vai me deixar toda assada com esse pau gigante. Mete mais filho da puta

Ela estava ensandecida com aquela foda. Jamais havia visto ela agindo dessa maneira, e isso me excitava ainda mais.

Jean continuava metendo todo o seu mastro na bucetinha de Júlia, que já parecia bem acostumada com aquele colosso dentro dela. A posição que eles estavam era extremamente favorável a minha esposa que adora cavalgar num pau, e logo pude perceber que ela estava se aproximando de mais um orgasmo, dado que seus gemidos estavam aumentando em barulho e intensidade e logo ela anunciou:

_Caralho!! Vou gozar de novo. Ai meu amor, vou gozar nesse pauzão gostoso. Ele ta me matando de prazer.

E mais uma vez chegou ao clímax. Mesmo após o gozo dela, Jean não diminuiu a intensidade de seus movimentos e ainda começou a enfiar dois dedos no cu de Júlia, que aparentava falta de forças para fazer alguma coisa, apenas continuava gemendo no ritmo das estocadas de seu comedor. Pouco depois o borracheiro já estava com dois dedos atolados na bunda de minha esposa, que novamente rebolava junto às investidas dele.

Logo ele se cansou daquela posição e parou, assim que seus dedos e seu falo saíram de dentro da minha esposa pude ver o tamanho do estrago. Sua bucetinha que sempre fora adequada ao meu pau, agora estava bem aberta e escorria os líquidos resultantes do sexo. Seu cuzinho, mesmo já tendo sido fodido em outras ocasiões, também já demonstrava estar mais laceado do que de costume. Aliás, o rabinho delicioso da minha esposa era claramente o novo alvo de Jean. Os dedos ali enfiados anteriormente eram apenas para facilitar a entrada de seu pau.

Ele ordenou que Júlia ficasse de quatro no chão com o corpo apoiado na cama, com o seu cuzinho bem na minha frente. Novamente eu ia ter uma visão privilegiada da foda entre eles. Ele se posicionou atrás dela, apontou a cabeça na entrada do buraquinho da minha esposa e foi colocando aos poucos. Júlia estava com ambas as mãos abrindo suas nádegas, afim de facilitar a penetração. A cena estava linda. A partir do primeiro centímetro que entrou em seu rabo, ela já começou novamente a gemer e falar:

_Ai amor, ta vendo esse pauzão arrombar o meu cuzinho? Que delícia poder sentir esse cavalo fodendo o meu cu.

Assim que metade do pinto estava dentro do cu, ele começou os movimentos de vai e vem, arrancando suspiros, gemidos e gritos de minha mulher.

_isso deu filho da puta. Tá me deixando toda arrombada. Fode o meu cu. Fode bem gostoso seu safado. Me deixa cheia de porra.

Júlia estava insaciável. Enquanto aguentava aquele mastro enfiado em seu rabo, ainda tocava sua bucetinha e rebolava. Jean foi ficando cada vez mais excitado com aquela foda e foi aumentando o ritmo das estocadas, ela percebendo seu orgasmo se aproximando disse:

_Enche meu cu de porra, meu negão pauzudo. Me deixa toda melada com essa porra gostosa. Quero sentir o seu pau pulsando dentro do meu rabo.

Em poucos segundos ele começou a urrar e despejar todo o seu sêmen dentro da bunda da minha esposa. Os dois pareciam exaustos. Jean se largou no chão enquanto Júlia deitou na cama de bruços com as pernas abertas. A cena era maravilhosa. Minha esposa deitada, com as penas arreganhadas, a buceta avermelhada e melada e o cuzinho arrombado e escorrendo a porra de seu comedor. A cena era um tesão. Ela parecia estar adormecendo pelo cansaço. Poucos minutos se passaram quando percebi que ele ainda não estava totalmente saciado. Novamente com o pau em riste, ele se posicionou sobre a minha esposa e novamente enfiou aquela jeba em seu cuzinho, arrancando um grito dela:

_Aiii seu filho da puta. Vai me arrombar de novo?

Ele nem tomou conhecimento, e ajudado pela posição e pelo excesso de lubrificação causado pela porra da primeira foda introduziu todo o seu cacete no rabo da minha mulher

_Tá sentindo o meu pau inteiro enterrado na sua bunda, vadia?

_Puta que pariu, você vai me rasgar com esse seu pau enorme

_É isso mesmo que eu quero. Te deixar toda arrombada.

E continuou metendo no cu de Júlia, que gemia conforme as estocadas entravam e saiam. Ele meteu por mais uns 10 minutos até gozar novamente com seu pau todo enterrado no rabo dela.

O negão então começou a se vestir. Julia fez o mesmo, pegou na minha mão e partimos para o motel aonde me masturbei mais duas vezes antes de dormir olhando o estrago que o borracheiro havia feito em minha esposa, escutando ela falar tudo o que sentiu durante o ato. Foi sensacional.

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