O sorriso da feiticeira

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O sorriso da feiticeira

Por Professor Nabuco

Quando eu conheci Ester pensei que ela fosse virgem, porque aos 23 anos nunca tinha namorado. Só mais tarde fui entender porque eu e todos os outros pensavam assim. Ester era linda, não do tipo princesinha, mas do tipo feiticeira, algo no olhar ou no sorriso que encanta qualquer um. Sem falar no corpo.

Mas essa história se inicia bem depois. Já estávamos casados. Ester já me tinha explicado porque ninguém sabia que ela já tinha namorado antes de me conhecer e eu aceitei esse fato. Acho até que o fato de ela ter namorado antes não tem tanta importância assim, mas, se o texto não for ficar tão longo, eu conto porque isso se tornou um carma pra mim.

Porém eu quero mesmo é narrar o motivo da nossa separação; aliás, se eu pudesse atribuir um motivo.

Antes, vou mostrar pra vocês a mulher com a qual eu me casei. Uma verdadeira puta.

No casamento do meu primo em que fomos padrinhos Ester sumiu no meio da festa, “Ah não, aqui não” pensei eu, e já comecei a procurá-la por todas as partes do amplo espaço da festa, até encontrá-la numa espécie de ateliê abandonado com o vestido levantado, de costas para um dos convidados que a fodia ruidosamente. Escondi-me para não chamar atenção ao reconhecê-la pela roupa.

De onde eu fiquei, não se podia ver o rosto da minha mulher, mas era boa a visão as coxas branquinhas bem torneadas pela academia e pela genética. As duas pernas roliças estavam bem afastadas para facilitar o trabalho do rapaz. Podia-se ver parte da bunda descoberta. Aquela bunda que eu conhecia muito bem, embora estivesse um pouco mais cheinha naquela época.

Ela também gemia, nenhum dos dois se importava com o barulho que faziam porque se tratava de um local afastado. Ela pedia pica enquanto o garanhão elogiava seu corpo e sua ousadia.

Não demoraram a gozar e rapidamente se organizaram para sair dali.

Dias depois ela me contou que quando sumiu na festa de casamento estava numa “aventura” com um dos convidados que ela reconheceu da academia.

Eu, no entanto, não conseguia ficar com raiva dela. Como eu disse, ela era uma feiticeira que me encantou, o sorriso dela me fazia perdoar quase tudo.

Logo no início do namoro eu descobri que Ester não era como as outras moças com as quais namorei, ela parecia mais avançada e logo na primeira ocasião em que ficamos juntos na minha casa ela se trancou comigo no banheiro da sala, deitou-se no chão e me chamou pra comê-la no chão do banheiro da casa dos meus pais. Era uma loucura, mas eu fui mesmo assim. Logo que meti, percebi que ela não era mais virgem, mas continuei a fode-la sem comentar nada. A vagabunda aguentava qualquer ritmo que eu impusesse não importava se era forte e profundo ela apenas suspirava e dizia que estava tudo muito gostoso. E como estava gostoso foder aquela boceta suculenta no chão do banheiro da casa dos meus pais.

À noite, no quarto, eu mencionei que minha suspeita de que ela fosse virgem, ela desconversou, disse que depois me explicava o motivo de todos pensarem isso.

A partir daí Ester foi ficando cada vez mais ousada, já trepamos em beira de estrada escondidos em casa de amigos e até enquanto dividimos o quarto com um casal de amigos numa casa de praia.

No dia seguinte, nessa casa de praia, foi a vez deles fazerem sexo enquanto nós “dormíamos ao lado deles”.

-- Você está ouvindo? -- Sussurrei no ouvido de Ester.

Era o barulho da cama fazendo um rangido ritmado.

Depois ouvi um gritinho de “não”.

Fiquei excitado e Ester também, pude perceber pela inquietação dela. Fiz um barulho para mostrar que estávamos acordados, mas Ester me puxou e disse que queria também. Fui descendo seu short, a vagabunda já estava sem calcinha. Foi fácil de meter o cassete nela naquele estado e rapidamente nos ajeitamos em um movimento quase que em sincronia com o outro casal.

Não dava mais pra disfarçar e nós quatro sabíamos o que estava rolando ali. Ester já não abafava os seus gemidos e eu já podia ver o corpo de Marina fracamente iluminado pelo pouco de luz da lua que entrava no quarto.

Foi quando vi uma mão se aproximando do seio nu de Ester, a mão feminina de Marina parecia procurar alguma coisa enquanto se aproximava do jovem e portanto delicioso seio da minha namorada. Quando ela encontrou o seio de Ester ficou acariciando e aos poucos as duas foram se aproximando de modo que uma já pegava no seio da outra sem pudor.

Já que a situação já havia ultrapassado todos os limites, pus Ester de quatro e passei a meter nela sem preocupação. Por um instante o casal do nosso lado parou de trepar e Marina passou para nossa cama ficando também de quatro muito próxima de Ester. Vendo aquela bunda levantada me mostrando mesmo que timidamente sua buceta, não tive dúvidas e tirei meu pau da buceta de Ester e meti na buceta da putinha que se insinuava pra meu pau em rize.

A minha surpresa foi ainda maior quando Ester abandonou a nossa cama e pulou na cama do namorado de Marina. Ele parecia aguardá-la ansiosamente com o pau apontando para o teto. Minha futura esposa ainda me olhou antes de trepar naquele pau avantajado. Não tive reação, ela pensou que meu silêncio era consentimento e desceu engolindo o mastro por inteiro.

A boceta de marina era mais apertada e suculenta que a de Ester, também era mais peluda, mas as mexidas da minha nova amante eram mais tímidas. Ester era uma verdadeira puta na cama; ás vezes me fazia gozar em cinco minutos e seu gozo era abundante e forte. Naquele dia, ela parecia estar possuída e seus movimentos, que já eram vigorosos, estavam ainda mais intensos. Ela cavalgava por cima do garanhão que estava encantado com todo aquele vigor.

Mais tímida, Marina apenas acompanhava meus movimentos, mas sua boceta mais aconchegante me dava um prazer descomunal. Logo gozamos e em seguida os dois gozaram fazendo bastante barulho.

Dormimos assim Ester com seu amante e eu com Marina e, na manhã seguinte, repetimos a dose.

Mais uma vez Ester me surpreendeu e depois de alguns anos ela me revelou que já havia saído com aquele casal antes daquele dia.

-- Antes de me conhecer? -- eu quis saber.

-- Não, amor, bem depois.

Na época dessa revelação eu já conhecia bem a puta que tinha em casa. Já sabia que Ester não era virgem quando começamos a namorar, longe disso. Ester aos poucos foi me revelando as suas aventuras de quando era solteira, já havia chupado alguns caras mais velhos quando ainda estava na escola e levava algumas dedadas longe dos olhos dos professores.

Aos dezoito anos começou a trabalhar como vendedora de uma loja no shopping, e começou a namorar com homem que trabalhava na loja vizinha, mas ninguém podia saber que eles se encontravam porque ele era casado.

Ester me disse que todos os dias ele a levava em casa quando terminava o expediente, às vezes, ela chupava o pau dele enquanto ele dirigia, até que um dia ele a levou direto pra casa dele. Sua esposa ia chegar mais tarde do trabalho e eles poderiam aproveitar.

— A cama era macia -- dizia ela -- quando me deitei já sabia que ia perder minha virgindade naquele dia. Ele abriu minhas pernas e logo eu fiquei molhadinha, eu estava nervosa, só pensava que sua esposa ia chegar a qualquer momento. Deitou-se por cima de mim e me beijou como nunca tinha me beijado antes. Mas eu não estava tranquila e fiquei ainda mais tensa quando ele tirou minha roupa.

— Abri as minhas pernas pronta pra ser penetrada, mas ele aproximou sua cabeça da minha buceta, respirou fundo, acho que pra sentir o cheiro dela, pensei que ele ia me mandar tomar um banho, mas ele disse que estava do jeito que gostava, foi lambendo devagar, como você fazia no início do namoro -- ela disse me olhando -- depois foi acelerando e pressionando mais. Eu já estava pra explodir -- Dizia ela -- o medo e a excitação travavam um conflito que me deixava fora de mim.

— Quando eu já não aguentava mais ele me penetrou, senti pela primeira vez um pau dentro de mim e adorei. Os movimentos me faziam ir no céu e voltar. Senti uma sensação estranha e forte eu queria que ele parasse, mas ele não parou e essa sensação foi ficando mais intensa, mais envolvente, eu dizia ‘para’ inutilmente enquanto perdia as forças.

— Gozei pela primeira vez. Ele gozou em seguida. Eu queria trepar com ele todo dia, mas não dava, ficava louca quando ele me deixava em casa e partia. Até que um dia, ele me veio e disse que queria algo diferente. Perguntou se eu topava e eu apaixonadamente disse que toparia ir até pro inferno com ele. Nessa noite ele me levou pra um motel, o que não era novidade entre a gente.

— Quando deitei esperando ele me chupar e meter em seguida como sempre fazia, ele me chupou e me deixou bem excitada como sempre, mas não meteu. Ele me virou de costas e deitou por cima de mim. Senti o pau bem duro pressionando a minha bunda e sua boca bem perto do meu ouvido. O hálito quente soprou no meu ouvido as palavras que até hoje não esqueço: hoje eu vou experimentar seu rabinho. Gelei. “você deixa?” ele perguntou eu não respondi. Estava com medo. Mas eu queria dar pra ele tudo que ele quisesse, queria tudo com ele. “Deixa eu meter no teu rabo?” Continuei calada, mas não me movi.

— Ele lambuzou o meu cu com um gel e foi pressionando. Não entrava, mas eu fui relaxando e foi entrando devagar, doía um pouco enquanto entrava, mas logo ficou bom. Quando começou o vai-e-vem foi gostoso. Senti meu cu todo preenchido e a massagem que ele fazia no meu grelo logo me fez gozar, ele gozou em seguida.

— Quando Ester me contou essa história nós já fazíamos trocas de casais, mesmo assim eu senti um formidável ciúme. E ela não parou aí. Continuou.

-- Depois disso virei a amante oficial dele. Ganhava presente do dia dos namorados e até viajamos juntos para uma praia pertinho de Fortaleza. Ele me apresentou a alguns amigos e uma amiga minha conheceu ele também. Até que um dia de repente ele me disse dos planos da empresa de mandá-lo para outra loja em outra cidade distante então terminamos.

Meu ciúme foi grande demais, mas foi passando e me acostumei chegando a esquecer. Entretanto há alguns dias ela me chegou novamente com novidades:

-- Carlos me procurou, amor!

-- Que Carlos?

-- Carlos meu ex -- ela disse com naturalidade, mas foi como se eu levasse um soco na barriga. -- Ele está de volta a Fortaleza — prosseguiu ela — eu disse a ele que eu estava casada e que não podíamos, mas ele disse que não se importava e queria me foder de novo de qualquer jeito.

-- O que você disse a ele? Você sabe que eu disse que com ele não aceitaria.

-- Que eu ia pensar -- ela me disse e olhou pro chão.

-- Como se eu não te conhecesse, Ester, você deu pra ele não foi? -- Ela não me respondeu -- Não foi sua puta? -- insisti, dessa vez mais enfático.

-- Foi, amor, me perdoa. Dei só a boceta e foi bem rápido. Tive medo de perder o contato de novo.

-- Você tem que me prometer que nunca mais vai ficar com ele.

-- Posso dizer que vou tentar -- ela disse com o mesmo sorriso que eu não consigo resistir.

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