Só com ele eu consigo gozar

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Apesar de eu já ter feito meus dezenove anos e estar na faculdade de arquitetura na UFPR em Curitiba meu pai faz questão que eu esteja sempre em casa antes das onze da noite. Ele é bastante rígido e enquanto moro na casa dos meus pais não me resta outra opção: É obedecer e sem reclamar, ponto.

Mas já passam das duas horas da manhã e eu estou fodendo com um garoto gostoso no carro dele, justamente no estacionamento da faculdade. Eu disse "gostoso"? Talvez, mas o cara é ruim de foda, terrível na verdade. É afobado, egoísta e desconhece totalmente a existência do clitóris nas mulheres. Mas o pior e para mim imperdoável: Ele não sabe beijar, é daqueles que não sabe o que fazer com a própria língua e te deixa toda babada, apenas isso...

Quando o segurança noturno bate na janela embaçada do carro eu quase que agradeço, o moleque todo assustado abre a janela não se importando que eu estou quase pelada. O segurança, um tipo germânico "dois por um" é autoritário como tem que ser:

-Cai fora piá! Você sabe que aqui não é lugar disso...

Meu "amante", rsrsrsr - pausa para risos, arranca o carro como pode ainda só de cueca e eu me recomponho do jeito que dá, mas o garoto é esperançoso:

-Vamos para um motel...

Eu corto na hora:

-Motel porra nenhuma! Me leve já para casa.

Fazer o que com a figurinha no motel, perder tempo? Isso eu não disse para ele, é claro, não gosto de ferir os sentimentos dos outros...

Sem nenhum argumento ele me obedece, pelo visto ao menos tem algum bom senso. Estou preocupada em enfrentar o papai, mas conto com o meu anjinho da guarda, se é que ainda tenho um, para que o meu pai já tenha ido dormir...Com sorte ele não vai nem perceber minha escapadinha noturna. Quando chegamos na minha rua peço para o garoto parar umas duas casas antes da minha, meu bairro é tranquilo e não tem problemas de segurança. Desço, dou um beijo no rapaz que ele não sabe mas é o último entre nós e caminho até a frente da minha casa. Abro o portão sem fazer o mínimo barulho. Agradeço quando o Thor, nosso cachorro vem abanando o rabo e o mais importante, sem latir! Dou a volta na casa, abro a porta dos fundos que dá para a área de serviço usando minha chave e entro passando logo a seguir para a cozinha. Depois bebo um copo de água em silêncio absoluto e começo a subir as escadas em direção ao meu quarto que por sorte é o primeiro bem ao lado da escada no andar superior...

Quando termino de subir os últimos degraus vejo a desgraça anunciada. Papai está parado e encostado na porta do meu quarto, tem um sorriso debochado na cara e os olhos não enganam ninguém, eu os conheço bem mesmo na penumbra, ele está brabo e mal humorado.

-Onde você estava vadiazinha?

Eu já sei que o joguinho dele começou...Um joguinho sujo mas que eu participo sempre excitada não sei bem porque.

-Eu...Eu estava na faculdade....Um trabalho de equipe com os colegas...Perdemos a hora, o senhor sabe como é...

Ele agora não tem expressão nenhuma no rosto todo vermelho e seus olhos se fecham sutilmente:

-Cale a boca mentirosa...E fale baixo, não queremos acordar sua mãe, não é mesmo?

Eu sei bem o que ele quer e dou a próxima tacada, agora fazendo voz de garotinha:

-Você vai foder minha pepeka papai?

Ele só resmunga:

-Vadiazinha...

Eu prossigo do jeito que ele gosta imitando uma garotinha chorosa:

Mas...Paizinho...Você sabe que a minha pepeka é bem apertadinha...O seu pau... seu pau é muito grande... Vai doer paizinho?

Ele bem satisfeito, safado e sem vergonha, adora quando eu me faço de menina inocente:

-Você devia ter pensado nisso antes de me desobedecer! Você estava trepando com os vagabundos que encontra na rua, não é sua vadia?

Dizendo isso abre a porta do meu quarto e faz sinal para eu entrar mas não sai do vão da porta...Eu tenho que me esgueirar roçando nele e ele apalpa meu corpo quando passo e assim que consigo entrar recebo uma palmada forte na bunda...Eu gosto disso, o momento em que sei que de agora em diante ele vai fazer o que quiser comigo e nem penso em reclamar...sei que não presto também... Mas eu estou suja, estava fodendo no carro e o garoto me lambuzou toda de porra, além disso quando me vesti às pressas não coloquei a calcinha porque não consegui encontrar, ainda deve estar no carro do moleque ou possivelmente ele já encontrou e amanhã vai mostrar para todos querendo provar que comeu mulher...Não! Ele não vai ter coragem de dizer que a calcinha é minha ou eu vou arrancar aquele pinto inútil dele...

Então peço para o papai permitir que eu tome um banho antes, mas ele:

-Eu te amo minha filha, mesmo você sendo uma porquinha...Tire a roupa, vamos!

Eu obedeço é claro e ele não perde a oportunidade:

-Perdeu a calcinha minha filha? Imagino como...

Ele me faz um sinal, apenas uma indicação com a cabeça e eu me posiciono de quatro na beirada da cama. Pernas bem afastadas apesar da posição e a cabeça repousando no colchão. Eu fico vergonhosamente bem exposta assim, toda aberta como ele gosta. Ele já me tem bem amestrada...

Então ele vem por trás e mete sua boca nas minhas intimidades, estou ainda babada com porra do garoto desajeitado mas papai parece não se importar, pelo contrário...Ele funga, cheira e mete a língua, trabalha do grelinho até o cuzinho e eu posso sentir aquela língua áspera me penetrando, às vezes agressiva em outras bem paternal, deliciosa... Depois vem com os dedos, um, dois e até três me penetram bem fundo enquanto com a língua ele acaricia meu clitóris...Garotos não sabem fazer isso, pena...Não precisa muito e eu estou pronta para gozar, mas ele está me punindo, não me dando prazer:

-Se gozar eu bato na tua bunda até sangrar!

Eu sei que ele bate, não quero arriscar e me controlo...É realmente uma tortura mas eu aguento firme. Quando ele me acha molhadinha o suficiente começa a pincelar aquele pauzão que eu amo entre os lábios da minha boceta. Eu me arrepio toda e me preparo, sei bem o que vem pela frente, ou por trás no caso...Rsrsrsrsr

Quando ele mete é de uma vez só, eu me sinto abrir de repente, sinto minhas intimidades se afastando, o invasor vai entrando e minhas entranhas se acomodando do jeito que dá...Aquilo abre caminho para dentro de mim arranhando, eu quase grito mas o que se ouve é apenas um longo gemido, dor e prazer juntos enquanto papai solta um grunhido como um animal...

Ele não espera muito e começa a me foder de maneira rude, eu sei que ele gosta de mim, mas quando está me fodendo parece querer me machucar e muitas vezes ele consegue isso, mas por estranho que pareça eu gosto, aprendi a gostar por isso sempre me decepciono com os garotos que conheço...Papai fica alguns minutos bombando, é o suficiente para mim e eu tenho que implorar:

-Pai...Por favor pai...Deixa eu gozar...Não aguento mais...Por favor!

Papai sabe ser cruel nessas horas:

-Você quer que eu pegue o cinto filhinha?

Eu me calo, sei o que é melhor para mim e procuro me conter...É difícil mas muito estimulante, em pouco tempo de tanto sentir sensações mágicas, verdadeiras ondas elétricas se espalhando por todo meu corpo e partindo de toda minha vulva eu entro numa espécie de transe e à partir de agora é só prazer mesmo que me sinta machucar por dentro, uma dor constante se mistura ao prazer e é absorvida pelo meu corpo todo.

Quando ainda consigo sentir o dedo do papai violentando meu rabinho sei bem que a coisa hoje vai ser dura...Mas ao menos ele tem um mínimo de cuidado, não deve querer "me estragar" e com os dedos vai alargando devagar meu ânus usando como lubrificante meus próprios fluídos que escorrem generosos pelas minhas coxas. Chega o momento e ele tira o pau da minha boceta mais duro do que quando entrou e começa a judiar do meu cuzinho. É sempre um martírio, ao menos no início mas sei que depois vou agradecer, vou gozar, quando ele liberar é claro, e vai ser bom, muito bom.

Quando aquela cabeça enorme e toda inchada consegue vencer a resistência natural do meu buraquinho eu grito, não tem como segurar, mas sou rápida o suficiente para abafar meu grito enterrando a cara nas minhas cobertas espalhadas pela cama. Por poucos minutos fico paralisada, mas me parece realmente muito mais tempo. A dor parece de início insuportável, eu pediria como já fiz em outras vezes para ele tirar, mas sei que mesmo que implore ele só vai rir de mim e meter mais fundo ainda...Então espero, deixo as coisas como estão e aguento até que sinto as bolas peludas do papai tocando minha vagina. Aprendi a ser paciente nessa hora, e quando o papai começa a bombar o pior da dor já passou, em minutos o prazer começa a se manifestar e logo estou aproveitando a situação um tanto quanto bizarra. Papai me fode no sentido ruim da palavra. Eu sou realmente fodida, ele tira quase tudo e mete novamente rasgando e me tocando bem lá no fundo, carinhoso começa a me estimular massageando me grelinho e rosna:

-Agora sim filhinha....Pode gozar, goze pelo rabinho como uma boa vadia.

Não é preciso mais, meu gozo vem farto, meus orgasmos se seguem e milhares de agulhas espetam meu corpo todo. Escuto papai urrando e imediatamente sinto o calor invadir minhas entranhas, o licor morno do papai me preenche toda e eu me sinto muito mulher nessa hora...Uma fêmea satisfeita e aceito com naturalidade quando papai vem pela frente e me entrega aquele pau todo babado e ainda duro para eu terminar de limpar. É minha oportunidade de provar a leitinho paterno, a essência do homem que eu amo tanto e que serei grata para sempre por me fazer gozar assim

Terminado nosso joguinho sujo papai não diz mais nada, apenas se retira...Eu desmaio na cama, sei que logo o dia vai clarear e só então vou tomar meu banho, como papai disse, sou mesmo uma porquinha.

https://www.casadoscontos.com.br/texto/201803416

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