Tomei forte do meu namorado e do amigo safado dele

Abas primárias

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Todo mundo em um relacionamento tem uma pira ou fetiche em um amigo ou parente do companheiro, isso eu tenho certeza.

Um dos meus grandes fetiches sempre foi fazer menage com dois homens. Mas sempre me envolvi com caras babacas que tinham pavor da ideia e nunca tive coragem de fazer com quem não confiasse totalmente.

Pois bem, eu sou a Duda, 22 anos, cabelos pretos, branca, tatuada e muito safada... mesmo!

Tudo mudou quando conheci o Giovanni, meu namorado, alto, estiloso, barbudo, uma delícia. E um safado de primeira, maluco por uma putaria sem limites.

O sonho dele sempre foi me ver dando pra outro enquanto ele apenas assistia. O que não sabíamos quando fizemos mais uma das nossas viagens é que isso estava prestes a acontecer.

Eu sempre tive a maior pira no Vitor, amigo do Gio, sempre achei ele com a maior cara de safado do mundo, e ele sempre sorriu malicioso pra mim, disso eu tenho certeza também.

No sítio rolaram vários jogos com bebida, inclusive EU NUNCA.

EU NUNCA é a brincadeira em que a pessoa da vez fala algo que ela nunca fez (podendo mentir também), e quem ja fez, bebe uma dose.

Sentamos em roda, eu o Gio, e o Vitor na nossa frente.

Nós ja estávamos na maldade do Vitor.

Depois de algumas rodadas, ja estávamos todos um pouco alegres, rindo sem parar. Eis que chega a vez do Gio e ele descaradamente diz "Eu nunca pegaria a mulher de um amigo meu", na hora, ambos olhamos discretamente para o Vitor, que quando percebi também ri.

Bebemos.

Jogamos e rimos por mais algum tempo e todos decidem ir dormir.

Seriam três ou quatro pessoas em cada quarto, cada um com uma cama de casal e cama de solteiro ou beliche.

Cada um foi para seu quarto.

Menos o Vitor, que cruzamos com ele no corredor de mal humor.

- Que foi cara? - o Gio perguntou

- Cara, vou ter que dormir no sofá, meu irmão se enfiou no quarto com a mina dele e não abre a porta nem fudendo

- Relaxa mano, no nosso quarto tem uma cama vaga, ja que não preencheu o número de pessoas, pode ficar la

- Suave cara, to indo la ja, mas só se não foi atrapalhar.

- Não atrapalha... somos amigos. - eu me envolvi sorrindo com a maior cara de safada que pude.

Ele retribuiu o sorriso e fomos pro quarto.

Já estavamos deitados quando o Vitor chegou, ele deitou na cama de solteiro, e ela estava afundada no meio, toda torda.

- Porra!

- Que foi mano?

- Essa porra ta quebrada! Vou ter que ir pra sala.

- Sério mano? Não carai, deita aqui nessa ponta da cama, a cama é grande, da nada.

Ele pensou em retrucar, mas o Gio não hesitou em corta-lo.

Então ele deitou.

E percebeu que a cama não era tão grande assim, a distância entre eu e ele devia ser de dois palmos no máximo.

Depois de alguns minutos, ja com a meia luz para dormir, comecei a beijar o Gio, mas daqueles beijos molhados e barulhentos.

Ele me empurrou um pouco pro lado e eu dei uma empinada na bunda para encostar mais embaixo, e então eu senti, o pau do Vitor, duro, apenas esperando.

Estiquei minha mão pra trás e o toquei. O puxei e ele simplesmente veio, colocou a mão na minha cintura e começou a roçar aquela delícia em mim.

Parei de beijar o Gio e me virei, ja colocando a mão naquele pau gostoso e lascando um beijasso na boca dele.

Minha bunda agora roçava o pau do Gio, que prontamente puxou meu shortinho para o lado, babou na mão, esfregou na minha buceta e enfio o caralho todo em mim.

Eu gemi.

A boca dele beijava meu pescoço, e a do Vitor se dividia entre minha boca e meus peitos.

Então o Gio me puxou, me virando de frente pra ele, levantou minha perna com força e disse: - Vai Vitor, sua vez, fode com força!

Ele prontamente obedeceu, socando o pau todo babado em mim. Suas mão segurava meu pescoço e com a boca no meu ouvido ele dizia: - Você é gostosa pra caralho putinha.

Eu sorria, minha respiração ofegante, mordendo os lábios.

Ele continuava socando, ate que o Gio disse: - Agora come o cú dessa safada.

Ele riu de exitado, encheu a mão de baba e passou no pau, levantou, abriu minha bunda e enfia a boca no meu cú e na minha buceta, babando muito e me deixando cada vez mais ofegante e maluca.

Enquanto enfiou dois dedos no meu cuzinho ele cuspia fazendo toda a baba entrar la dentro. Eu gemia enquanto o Gio enfiava dois dedos babados dentro da minha buceta. Eles paralelamente me fodiam com os dedos.

Vitor deitou novamente e agora começou a enfiar o pau devagarinho. Enquanto o Gio segurava no meu pescoço, estapeando minha cara. Os dois dedos na minha buceta.

- Bate uma para mim safada do caralho.

E eu batia, enquanto ofegava e gemia ao mesmo tempo.

O pau do Vitor ja estava todo dentro do meu cú, e agora ele começava a meter sem parar, com cada vez mais força.

- Que rabo gostoso do caralho, empina mais putinha, vai!

Ele me dava tapas e mais tapas, enquanto eu me contorcia delirando por estar fudendo com dois machos.

Mantínhamos esse ritmo ate que o Gio ainda segurando meu pescoço me ordenou: - Agora fica de quatro.

E e fiquei.

- Vai Vitor, fode esse rabo de quatro. E você empina direito essa porra! - ele dizia enquanto me estapeava na cara.

Eu me empinei completamente enquanto o Vitor metia em mim, enfiando na minha buceta e depois no meu cú simultaneamente.

A essa altura eu ja gemia demais. E o que acontecia era uma sucessão de tapas e apertões.

- Geme mais baixo puta, quer que alguém escute? Se alguém vier aqui ver o que ta acontecendo vai te comer também.

Enquanto o Vitor me arrebentava, ora puxando meu cabelo, ora calando minha boca, o Gio se levantou e ficou em pé olhando ele me maltratar. Batia uma com uma mão e fumava um cigarro com a outra.

Ele e o Vitor as vezes se olhavam e riam, como quem estavam felizes em dar uma lição na putinha do Gio.

Enquanto o Vitor metia com força o Gio sentou na minha frente.

- Chupa esse caralho vai! - O Vitor mandava

Eu chupava, e minha cabeça era forçada ao máximo pelo Gio, que depois me puxava pelo cabelo fazendo encara-lo toda babada, me metia um tapa na cara e falava: - Chupa direito porra!

Eu chupava, e ele repetia.

- Eu quero essa mamada também.

E eles trocaram. E se repetiu.

Depois de um tempo então, o Gio me virou, me deitando olhando para o teto. E começou a chupar minha buceta com vontade.

O Vitor virou, ficando posicionado para meter o pau na minha boca.

Vitor ja a ponto de explodir falou para o Gio: - Vamo fazer uma dp e depois gozamos gostoso nela!

Então eles vieram. Gio embaixo e Vitor em cima.

E eles meteram, socaram fundo, e eu gemia.

Sendo interrompida pela mão do Gio na minha boca: - Shiuuu, fica quieta porra! - e um tapa na cara.

- Você gosta de tomar dois ao mesmo tempo ne sua piranha. - O Vitor estapeava muito minha bunda enquanto socava fundo.

Eles metiam e me maltratavam sem dó.

Ficaram nesse ritmo por mais algum tempo. Ate que fui levada pelo cabelo para ficar de joelho enquanto gozavam na minha boca.

Riamos, e nos deitamos um do lado do outro, acabados, e muito felizes.

Dormimos todos juntos nesse dia.

Acordamos extasiados no outro dia.

- A gente precisa fazer isso de novo - O Vitor disse.

- Com certeza - Respondeu o Gio.

Eu sorri e concordei mordendo os lábios já excitada, e já esperando pela próxima!

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