UMA CHUPADA INESPERADA

Abas primárias

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SEXO A CORES – Segunda parte

A delegada Sara Menezes caminhou até o banheiro, nuinha. Mostrava seu corpo rijo e o negrão ficou olhando-a. Ao abrir o chuveiro, ela disse:

– Agora, vá embora. Deixe-me sozinha, pois preciso começar a investigar o assassinato do meu filho. Com você aqui, eu não conseguiria. Não quero nenhuma distração.

– Primeiro, procure saber com quem ele estava.

– Quer me ensinar o meu ofício, porra?

– Oh, desculpe. Claro que não.

– Então, faça o que mandei. Aproveite para levar o meu lixo lá para baixo. Já está ensacado.

– Não seria o caso de um “por favor”?

– Vai te foder. Se não quiser levar, deixa essa merda aí.

– Não quer saber meu nome?

– Não, caralho. E não pense que vai me foder de novo. Não estamos namorando. Apenas, precisei de uma trepada para distrair a imensa tensão, só isso.

Ele não retrucou. Vestiu-se e foi embora, sem levar o lixo. Ela tomou banho pensativa. Demorou mais do que o usual. Quando terminou, ligou para o sargento Milton:

– Milton, preciso que investigue se há imagens gravadas da câmera mais próxima da rua. Quero saber com quem ele estava, antes de ser assassinado. Pode fazer isso para mim?

Ouviu o que o cara disse, depois desligou o celular. Vestiu-se e enfiou uma pistola na cintura da saia de comprimento médio que usava, que lhe realçava a bunda. Olhou-se no espelho e gostou do que viu. Em seguida, saiu. Havia esquecido de pegar de volta o telefone usado por seu filho. Quem sabe não haveria registrada nele alguma ligação interessante? Dirigiu-se à delegacia.

Requisitou, e logo lhe entregaram um saco plástico com o aparelho. A última ligação havia sido para Adriana, a namorada dele. Ligou para ela.

– Oi, querida. Desculpa te ligar tão cedo. Mas você já deve estar sabendo da morte de Bruno, não é?

– Sim senhora. Eu vi pela tevê.

– Vocês não estavam juntos, no momento do crime?

– Não, senhora.

– Por quê não? A agenda do telefone dele indica que sua última ligação foi para você, cerca de três horas antes dele ser morto.

– É que nós brigamos.

– Qual o motivo da briga?

A moça esteve em silêncio por alguns segundo, depois respondeu:

– O de sempre. Ele tinha muito ciúme de mim, dona Sara. E eu já não aguentava mais. E ele me bateu. Então, não quis mais ficar com ele.

– Ele te bateu?

– Sim, senhora. Se quiser, posso te mostrar meu rosto machucado.

– Eu vou querer ver isso. Me aguarde, pois estou indo para aí.

Pouco depois, ela via o machucão no rosto da jovem. Faltava-lhe um dente. A boca estava inchada e ela disse que havia sido atingida ali.

– Onde está teu irmão?

– Está dormindo. Quer que eu o acorde?

– Sim. Por favor.

Pouco depois, um jovem de cerca de vinte anos apareceu sonolento. Ela o chamou para perto de si e examinou suas mãos. Não havia marcas nela, como esperava. Perguntou-lhe:

– Onde estava ontem, por volta das dez da noite?

– Eu? Estava em casa.

– Tem como provar?

– Por quê? Estou sendo acusado de alguma coisa?

Ela o olhou detidamente. Na verdade, não achava que tinha sido o rapaz de havia quebrado o nariz do seu filho, ou batido na irmã. Ele era muito franzino, e Bruno o venceria facilmente numa briga. Pediu desculpas ao rapaz e foi embora. Logo, estava de volta à delegacia. O sargento Milton analisava as imagens gravadas de algumas câmeras. Disse à delegada:

– Até agora nada, senhora. E a essa hora o departamento de trânsito está fechado. - Ele conferiu no relógio - Temos que esperar que abram, para podermos checar as imagens que têm lá. Essas são da nossa câmera de vigilância.

– Tudo bem. Meu filho já está no necrotério, não?

– Sim senhora, eu mesmo o levei para lá.

– Venha comigo. Vou precisar de você.

Pouco depois, estavam diante do cadáver de Bruno Menezes. Ela examinou suas mãos. Depois, exclamou:

– Aquela puta safada está mentindo: ele não bateu nela.

– Como, senhora?

– Estive na casa da namorada dele. Ela disse que meu filho lhe havia espancado. Mas não há marcas nas mãos de Bruno. Não foi ele quem bateu naquela catraia. Vá buscá-la em casa e leve-a ao meu gabinete.

Uma hora depois, o sargento voltou à delegacia.

– Não a encontramos, senhora. O irmão disse que ela estava muito triste com a morte de Bruninho e foi para a casa de parentes.

– Essa mulherzinha está escondendo algo. Eu sei. Aliás, nunca gostei dela. Por mim, meu filho nunca a teria namorado. Mas não quis me meter na vida dele pois já vivíamos brigando por outras coisas. Você devia ter trazido o irmão dela, ou lhe obrigado a dizer onde ela está.

– A senhora não me deu essa ordem. Por isso, não insisti com o rapaz. Quer que vamos pegá-lo?

– Duvido que ele ainda esteja lá. Já deve ter “ido para casa de parentes”, também.

– O que faremos, senhora?

– Você, cuida do funeral do meu garoto, por favor. Eu, vou voltar à cena do crime.

Mas não. Primeiro, ela foi dar uma olhada nos arquivos da polícia. Tinha a forte impressão de que conhecia o negrão com quem havia passado a noite, de algum lugar. Não estava enganada: achou a ficha policial dele.

O cara já havia sido preso, várias vezes, por desacato a autoridades e por brigas de rua. Ela sorriu satisfeita. Achava que ele tinha alguma coisa a esconder sobre o assassinato do rapaz, pois o encontrou próximo ao local onde o filho morrera. Talvez até tivesse testemunhado o crime. Anotou o endereço contido na pasta e rumou para lá, torcendo para que ele ainda residisse no mesmo lugar. Teve sorte.

O cara morava numa casa modesta, perto do bar onde estiveram bebendo. A caminho de lá, passara pela cena do crime. Colocou uma rosa branca no chão, que ainda estava manchado de sangue. Prometeu:

– Eu quero voltar aqui com o assassino, antes que essa flor seque, meu filho. Hei de vingar tua morte…

Quando bateu com os nós dos dedos da mão direita na porta, um rapaz veio atendê-la. Era o mesmo com modos afeminados que ela vira ao lado do negrão. Ele perguntou:

- S-sim, senhora?

Ela percebeu que ele estava nervoso. Fez a pergunta:

- Está nervoso, garoto, ou nunca viu uma mulher?

Para sua surpresa, ele respondeu:

- Gostosa do jeito da senhora, nunca vi, não…

Ela riu. Olhou-o de cima a baixo. Quis saber:

- Está me cantando, menino? Não vê que tenho idade para ser tua mãe?

- Eu já fodi mais velha. - Foi a resposta dele.

Ela deu uma gargalhada. Falando daquele jeito, ela não mais achava que ele era viado. Indagou:

- Onde está teu pai?

- Não sei, senhora delegada. Ele saiu. Deve ter ido fazer algum biscate.

- Ah, você sabe que sou delegada?

- Sim, senhora. Tenho te visto na tevê.

- Teu pai trabalha com quê?

- Ele faz de tudo. Mas é mesmo bom como pedreiro.

- Porra, eu fodi com um maldito pedreiro. Que decadência, menina.

- O que a senhora disse? - Espantou-se o rapaz.

- Nada, nada. Deixe-me entrar, pois quero esperar teu pai.

Ele lhe indicou uma poltrona da sala e sentou-se defronte a ela. Ficou olhando em direção às suas coxas, querendo ver-lhe algum lance de calcinha. Ela percebeu.

- Acha que teu pai vai demorar?

- Acho, sim, senhora. Ele nunca vem cedo. Daria para a gente dar uma foda, que ele nem saberia.

- Ei, garoto. Mais respeito comigo. Posso te prender.

- Pois me prenda entre as pernas que eu vou achar é bom.

Ela estava escandalizada com a cara de pau do rapaz. Resolveu provocá-lo, abrindo mais as pernas. Deixou que ele lhe visse o fundo da calcinha. Ele arregalou os olhos. Ela fez mais: pediu que ele tirasse a bermuda que usava.

- Mas, se tiver pinto pequeno, perde a chupada que pretendo te dar.

Ele apressou-se a ficar nu. Botou para fora um pau grande e grosso, quase tão quanto o do pai. Levantou-se e se aproximou nu dela. Ela apalpou-lhe o cacete e logo este estava duríssimo. Levou-o à boca. Ele gemeu:

- Fode meu cacete bem devagar, que eu quero demorar a gozar nessa boca gulosa.

Ela começou a masturbá-lo, enquanto o chupava. Ele gemia baixinho. Pegou a cabeça dela com as duas mãos e tentou enfiar-lhe na boca todo o cacete. Ela engasgou. Mas, em seguida, voltou a mamá-lo.

- Vai, tira todo o meu leitinho. Estou adorando a chupada. Estou quase gozando.

- Primeiro você me diz onde posso encontrar teu pai. Depois, pode gozar à vontade na minha boca…

- Juro que não sei onde ele está, dona…

Então, inesperadamente, ela retirou a boca do pau dele. Disse:

- Pois então, enquanto você não me disser onde ele está, não te faço gozar.

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